Seguros de vida crescem 19% na pandemia, segundo a CNSeg

Com um cenário nunca vivido nos anos, a pandemia revelou em muitos brasileiros o medo de perder alguém da família ou de deixá-la desamparada. Com isso, a busca por seguros de vida aumentou e, segundo dados da Confederação Nacional de Seguradoras (CNSeg), nos primeiros seis meses de 2021, o seguro de vida arrecadou R$ 10,9 bilhões em prêmios, com uma variação de 19,3% em relação ao mesmo período de 2020.

O que muitas pessoas desconhecem, é que mesmo associado ao falecimento de alguém, o seguro também pode ser usado durante a vida. Alguns planos protegem em casos de doença, desemprego ou acidente e, atualmente, é possível contratar um seguro com coberturas básicas, por preços bem acessíveis. Por isso, houve um crescimento significativo na procura de seguros por jovens preocupados com a possibilidade de serem acometidos por uma doença, ficar sem trabalhar e não ter reservas financeiras. Por isso, a cobertura contra invalidez, que também dispõe de indenização por morte e previdência privada é uma ótima opção. Outra opção é o Seguro Prestamista, que garante a quitação de prestações em caso de desemprego involuntário, invalidez ou morte.

As indenizações também tiveram alta

O volume de indenizações pagas a participantes e beneficiários de seguros de vida apresentou alta de 95,8% entre contratos individuais e coletivos, em relação a igual período de 2020.

O segurado pode nomear qualquer pessoa como beneficiário do seguro e pode fazer mudanças a qualquer momento durante a vigência do contrato. Caso ele não faça essa indicação, a regra é indenizar os herdeiros legais. Mas é importante avisá-los para que busquem a seguradora e recebam a quantia, no caso de morte do titular.

Para cobertura de morte, mesmo que não haja uma proibição por lei no Brasil, as seguradoras não têm o hábito de incluir cláusulas de carência, exceto no caso de suicídio ou sua tentativa, quando a carência são 2 anos ininterruptos, contados da data de contratação do seguro. Já para pagamento do prêmio ao próprio cliente, nas situações cobertas pelo seguro, cada cobertura apresenta uma carência específica, sendo importante checar essas informações antes da contratação.

Em alguns casos, seguradoras estão com campanha de desconto em novas contratações, para quem tiver tomado a vacina contra a Covid-19 e período de carência reduzido de 90 para 30 dias (com vacinação completa), a partir do início da vigência do seguro, em caso de falecimento por Covid-19.

Mas é preciso ficar alerta às letrinhas miúdas do contrato. A maioria dos seguros de vida, até então, não oferecia coberturas para pandemias, como é o caso do coronavírus. Quando se trata de um seguro de vida, as apólices serão pagas por contratos de anos, então, é importante confiar em seguradoras estáveis e sólidas.

O suporte de um corretor de confiança é fundamental no momento da contratação, já que um dos problemas mais comuns, de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras, é pensar que está protegido, sem estar. Por exemplo, o segurado esquece de informar uma doença preexistente à operadora.

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